Processo de Identificação

O processo de identificação de áreas contaminadas tem como objetivo principal a localização das áreas contaminadas, sendo constituído por quatro etapas: definição da região de interesse; identificação de áreas potencialmente contaminadas; avaliação preliminar; investigação confirmatória.
  1. Fase: Avaliação preliminar. Inclui vistoria física e levantamento histórico do uso da área de interesse. Nessa etapa em função do nível de informações obtidas, estas áreas podem ser classificadas como áreas potencialmente contaminadas (APs), áreas suspeitas de contaminação (ASs) e áreas contaminadas (ACs). Esse diagnóstico será documentado no As informações obtidas no preenchimento da Ficha Cadastral de Áreas Contaminadas.
  2. Fase: Investigação Confirmatória. Inclui plano de amostragem, coleta de amostras de solo e/ou água subterrânea para análises químicas. O plano de amostragem é feito de acordo com metodologia científica apropriada. Análises ambientais são caras, portanto o conceito “melhor sobrar do que faltar” não é o melhor para o cliente. Nossos profissionais calculam um número significativo de amostras suficiente para comprovar a contaminação. Isso é muito importante para manter os custos dentro de patamares aceitáveis.
  3. Fase: Avaliação de Risco. O objetivo principal da etapa de avaliação do risco é a quantificação dos riscos gerados pelas áreas contaminadas aos bens a proteger, como a saúde da população e os ecossistemas, para edificações, instalações de infra-estrutura urbana, produção agrícola e outros. Essa quantificação é baseada em princípios de toxicologia, química e no conhecimento sobre o comportamento e transporte de contaminantes. Em posse dos resultados determina-se a necessidade de remediação em função do uso atual ou proposto da área, embasar o estabelecimento de níveis de remediação aceitáveis para a condição de uso e ocupação do solo no local e imediações, embasar a seleção das técnicas de remediação a ser empregadas;

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